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idéia do Blog

“Comunicação de Risco e Riscos da InComunicação”

Minha dissertação de Mestrado

Sunday, January 15, 2012

Blog Mobilização Federal - Brasil


O governo federal lançou o Blog Mobilização Federal, que reúne informações sobre os esforços do Brasil em ajudar as vítimas das chuvas e das secas. A página traz notícias atualizadas sobre as medidas do governo em socorro às vítimas de desastres naturais, além de ações de prevenção e reconstrução das cidades atingidas.
No endereço, também é possível acessar o número de contas bancárias para doações aos municípios e vídeos de entrevistas de ministros com anúncio de medidas emergências e de campanhas educativas.

Saturday, January 14, 2012

Criar diálogos... communiting!!


seja lá o que você pense sobre o futuro dos negócios...
seja lá o que você acha que a sua marca significa para as massas...
ou qual for a sua estratégia de marketing para a juventude...
uma coisa é certa: estamos no meio de uma mudança épica...
Sob alguns aspectos, parece que voltamos ao Século XVII, quando todos estavam na corrida para descobrir o novo mundo...
o google são os franceses...
o twitter são os espanhóis...
a microsoft são os holandeses...
os malucos da apple são os portugueses...
os oceanos são a internet e os computadores e softwares são os navios...
e todos eles estão navegando para encontrar e conquistar novas terras...

a mudança está acontecendo por todas as partes...
na política por todo o mundo...
no âmbito corporativo...
no ramo do entretenimento...
nas fábricas...
os setores da economia e as marcas têm que se perguntar:
por que isto está acontecendo?
o que é a causa disto?
se você não se perguntar, não será capaz de se manter relevante quando a energia da transformação terminar...
novos tempos demandam novas ideias...
olhar para o passado não é uma forma de garantir um futuro...
repare nos filmes:
há um novo “planeta dos macacos”, um remake de “conan, o bárbaro”
enquanto na TV, há as novas “panteras” e um novo “hawaii 5-0”...
é como se tivéssemos perdido a capacidade de imaginar...
teriam desaparecido todas as mentes criativas?
ou...
quem foi que parou de investir nos sonhadores?

a indústria da música continua a vender discos de plásticos
também conhecidos como álbuns – quando os atuais fãs de música compram ou escutam músicas direto da internet ou por meio de seus celulares...
o presente gira em torno do acesso à representação física do consciente coletivo...
antigamente, a consciência coletiva era um conceito...
hoje em dia, a consciência coletiva está no seu smartphone e se chama twitter...
o twitter é a representação física da consciência coletiva, pela qual pode-se conectar com a consciência de milhões...
você não precisa adivinhar o que se passa na cabeça das pessoas...
as pessoas estão conectadas...
para se manter relevante, você ou o seu negócio ou a sua marca precisam ser parte desta conexão...
é preciso participar das conversas...
ou mesmo começar as conversas...
é preciso inventar ou amplificar culturas...
marcas precisam ouvir a comunidade...

pense nos setores da economia que estão prosperando e naqueles que estão tendo prejuízo...
muitos dos que estão no prejuízo têm apostado nos comerciais de TV e ainda não encontraram novos maneiras de ofertar seus produtos...
os que estão prosperando não têm comerciais mas ainda assim são bem-sucedidos...
qual foi a última vez que você assistiu a um comercial do facebook?
qual foi a última vez que você assistiu a um comercial do zynga?
qual foi a última vez que você assistiu a um comercial do twitter?
ou de algum outro negócio em ascensão que reúna comunidades?
Há todo um novo conceito de marcas e negócios que reúnem comunidades...
Você não precisa utilizar os canais tradicionais para o marketing e a publicidade
Hoje em dia, você precisa transformar um momento em uma força e uma força em um movimento
que não pode ser realizado em um comercial de 30 segundos
é preciso iniciar uma conversa com seus consumidores
então, digo eu, CRIE CONVERSAS E NÃO ANÚNCIOS...
Em 2011, se você quer encontrar seus consumidores, não pode fazer negócios como se estivéssemos em 1991 ou mesmo em 2001
especialmente no mercado para jovens...
o que prendia a sua atenção ontem não vai mais prender a sua atenção hoje ou amanhã...
práticas antigas não resolverão problemas do presente ou do futuro...
os empresários antes iam onde o dinheiro estava
atualmente, para ter um negócio, é preciso ir onde estão as pessoas
pessoas tem o poder de acabar com as marcas ou fazer delas um sucesso

penso que deveríamos evoluir do marketing para o COMMUNITING...
temos comercializado tanto que temos matado as comunidades...
temos comercializado tanto que temos feito mal aos nossos clientes...
temos que conduzir os negócios de uma forma que dê condições e sustente as comunidades...
COMMUNITING tem a ver com a COMUNICAÇÃO entre pessoas e companhias que dão condições e sustentam uma COMUNIDADE...
O COMÉRCIO está nas intersecções dos relacionamentos entre as pessoas e as empresas.
COMMUNITING será o novo padrão:
Se o seu anúncio, plano de marketing ou comunicação não acrescenta, remodela, dá condições ou fortalece a comunidade, então não o leve adiante.

Por will.i.am, líder da banda Black Eyed Peas

Communiting - Crie Convesas, não anúncios

Communiting, a comunicação entre as pessoas e as companhias sustentando as comunidades. Uma nova comunicação, que envolve a participação e o entendimento, tanto das empresas como do público e das comunidades. Will.i.am  cria um novo conceito para a comunicação, a publicidade e a propaganda, diferente de como as conhecemos hoje.

Sunday, December 18, 2011

Curso prepara jornalistas para gerenciamento de crise


No dia 10 de dezembro o Sindijornalistas, em parceria com a Arcelor Mittal Tubarão, realizou o curso Gestão e Planejamento de Comunicação de Risco, no Radisson Hotel. O curso foi ministrado pela  Mestre em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), socióloga e especialista em Comunicação de Risco pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, Rosane Lopes.
 facilitadora abordou as ferramentas e propostas para planejamento da comunicação em áreas de risco para os profissionais do jornalismo conseguirem atuar durantes as crises nos setores público e privado. Ver mais

Thursday, December 8, 2011

I COLÓQUIO INTERNACIONAL: GESTÃO DO RISCO E SEGURANÇA CIVIL

O Programa de Pós-Graduação em Defesa e Segurança Civil da Universidade Federal Fluminense e o Centro de Pesquisas em Geografia - CEGUM da Universidade Paul Verlaine-Metz da França promovem de 11 a 14 de dezembro de 2011 o I Colóquio Internacional sobre o tema "Gestão do Risco e Segurança Civil: Resiliência, Adaptação, Estratégia - do diagnóstico espacial à transferência de estratégias”. O evento que será realizado no Instituto de Geociências da UFF, na Cidade de Niterói, Rio de Janeiro, visa reunir membros da academia e centros de pesquisa em prevenção de desastres, técnicos e gestores com atuação na área, coordenadores municipais e estaduais de Defesa Civil, comunidade e demais interessados em compartilhar experiências e boas práticas sobre prevenção de desastres e redução de riscos.
As inscrições estarão abertas até o dia 31 de outubro e 30 de novembro de 2011 para os interessados em apresentar trabalhos e até o dia 12 de dezembro de 2011 para os demais participantes do evento.

Saturday, November 19, 2011

Thursday, October 20, 2011

Comunicação….Um outro olhar !

“Agir em comum”, como bem mostra a História das civilizações, não é tarefa de fácil execução. Comunicar, neste sentido, é uma ação que deve ser pensada, planejada, avaliada e re-avaliada quantas vezes for preciso. A reflexão sobre o tema não deve estar dissociada da ação, sob o risco de não efetivar-se um verdadeiro diálogo com o próximo. A comunicação organizada pode (e deve) ser um precioso auxílio para o crescimento do cidadão e para o estabelecimento de um quadro social justo e equilibrado. Constata-se que uma comunicação efetiva considera o público receptor (o primeiro interessado) enquanto co-produtor do conhecimento e de sentido, e não somente como receptor passivo de dados informacionais dispersos.

Se bem utilizada, a Comunicação Social pode se tornar um recurso estratégico capaz de efetivar uma ação social profunda e abrangente. Para promoção de bons hábitos de higiene a comunicação deve ser capaz de informar, educar e levar a ação ou seja provocar uma mudança de comportamento.

Não é por acaso que a acepção filosófica mais comum da idéia de Comunicação é seu sentido substantivo relativo ao desenvolvimento da personalidade humana e a construção de um ideal social que favorece a todos. De acordo com esta premissa, a comunicação organizada pode ser um precioso auxílio para o crescimento do sujeito e o estabelecimento de um quadro social justo e harmonioso. O fluxo de informações difundidas e/ou trocadas constitui, desta forma, a substância do pensamento social vigente. A qualidade (e não apenas a quantidade) destas informações seria o principal fator para a melhoria das condições de vida e a garantia do bem-estar da população. Isto, quando se trata de um bem precioso e sagrado como a saúde com boas práticas de higiene, implica um imperativo de uso ético da comunicação e não exclusivamente pragmático ou comercial.
De fato, no caso das questões sociais como a sanitária, apenas o trabalho de comunicação (informação, popularização, conscientização e sensibilização) é capaz de fornecer ao sujeito e ao grupo os subsídios simbólicos necessários para a avaliação dos riscos potenciais e a adoção de modus operandi preventivos eficazes. Isso implica na obrigação, por parte dos atores sociais, de elaborar estratégias comunicacionais específicas para a sensibilização e a conscientização da população quanto à possibilidade (eventualidade ou iminência) de crise ou ruptura no sistema vigente e a subseqüente necessidade de mudança de comportamento (hábitos, costumes e rotinas).

Assim, se deve buscar, em primeiro lugar, o estabelecimento de quadros comunicacionais de natureza dialógica que considerem o público receptor (o primeiro interessado) enquanto co-produtor do conhecimento e de sentido, e não somente como receptor passivo de dados informacionais dispersos, sem nexo evidente com seu contexto de vida. Assim fica claro  a importância da comunicação dialógica para uma troca efetiva entre emissores e receptores.

Ao pretender uma clara tomada de consciência, por parte do público, acerca dos perigos latentes que o rodeiam e ameaçam seu bem-estar, as campanhas de sensibilização devem abranger todos os aspectos da vida da população interessada e lhe tentar sugerir uma visão auto- reflexiva e objetiva de si mesmo; sem, todavia, desvalorizar seu saber empírico ou estigmatizar suas tradições e suas crenças no afã de não provocar atritos inúteis entre sua visão do mundo e sua auto-representação, de um lado, e o ideal preventivo almejado, por outro lado.

Assim, considerando que uma das maiores dificuldades em tornar o público- alvo sensível à ação do agente diz respeito à forma como esta (ação) lhe é apresentada e transmitida, deve-se desdobrar esforços para manter os níveis constitutivos do processo comunicacional natural e intimamente ligados ao seu contexto de origem, e do ambiente cultural. Precisamos da  colaboração do público no projeto social sanitário pretendido e a co-elaboração de uma estratégia social imediata e de fácil implementação na sua realidade local.

A comunicação deve resgatar, mais do que nunca, sua dimensão humana e humanista primária a sua raiz filosófica que nasce do instinto de estar junto para as condições vitais inerentes ao celebrar, compartilhar e comungar. De modo prático, o sucesso na empreitada de transformação do paradigma social e comportamental depende da efetiva capacidade de mobilização do grupo interessado e seu convencimento da validade da argumentação técnica e científica proposta e não imposta. Regra básica da Comunicação Social que   adquire um significado mais agudo quando se trata de um universo tão importante e vital como promoção de bons habitos de higiene, com a participação de toda a Sociedade Civil.

Rosane Lopes – Consultora de Comunicação (C4D)  para Água e Saneamento e Gestão de Crises – www.comunicacaoderisco.com

Tuesday, October 11, 2011

Rio de Janeiro - simulado


SIMULADO DE DESOCUPAÇÃO - A Defesa Civil Municipal realiza neste domingo, às 10h, o quarto exercício simulado de desocupação em mais 12 comunidades que já contam com o Sistema de Alerta e Alarme para chuvas fortes. As comunidades localizadas nos bairros da Penha, Alemão, Olaria, Andaraí, Grajaú, Leme, Rio Comprido e Santa Teresa receberão o treinamento simultaneamente. Quando as sirenes forem acionadas, os moradores das áreas de risco deverão deixar suas casas e se dirigir a um dos 30 pontos de apoio pré-definidos pela prefeitura nestes locais.

A Defesa Civil já treinou 44 comunidades e mobilizou 13 mil famílias que moram em áreas de risco. Os equipamentos estão sendo implantados em diversos pontos da cidade e, até o verão, serão 66 comunidades com o sistema de sirenes.

Sunday, October 9, 2011

Thursday, September 1, 2011

Sistema de Alerta - Rio de Janeiro


Alertas por SMS

A Subsecretaria de Defesa Civil do Município do Rio de Janeiro está
disponibilizando,
junto as operadoras Claro, Oi, Tim e Vivo, um canal gratuito para
divulgação de alertas, notícias e dicas de prevenção contra acidentes.
Para se cadastrar nas operadoras OiTim e Vivo envie DCRJ
 para o número 4000.



Para se cadastrar na Claro, envie DCRJ
para o número 889.

Você receberá uma mensagem da operadora.
Para confirmar,
responda  “SIM” e sua assinatura gratuita será feita.
O usuário não precisa ter créditos para fazer o cadastro

Wednesday, August 31, 2011

Thursday, August 25, 2011

Centro de Operações Rio de Janeiro


Centro de Operações do Rio de Janeiro reúne em uma enorme sala de controle representantes de 30 órgãos públicos e concessionárias, responsáveis por diversos tipos de serviço (água, luz, gás, coleta de lixo, transporte público, Defesa Civil, meteorologia etc), que monitoram em tempo real tudo o que acontece na cidade. Em caso de emergência, ou alguma ocorrência que prejudique a rotina dos habitantes, todos podem entrar em ação de maneira coordenada e mais eficiente.


Thursday, August 4, 2011

Café & Ciência

Thursday, June 30, 2011

Seguridad alimentaria: la percepción del riesgo entre los consumidores europeos




El informe se realizó a instancias de la Autoridad Europea de Seguridad Alimentaria (EFSA) y la Dirección General de Sanidad y Protección de los Consumidores de la Comisión Europea (DG SANCO). Las entrevistas se realizaron entre el 2 de septiembre y el 6 de octubre de 2005 en los 25 Estados miembros de la UE


Percepción del riesgo
Los europeos consideran que es más probable que su salud se vea perjudicada por la contaminación ambiental, los accidentes de tráfico o una enfermedad grave que por los alimentos que consumen.
En general, la comida tiene connotaciones positivas, ya que se asocia fundamentalmente con el gusto y el placer. Menos de uno de cada cinco consumidores relacionan de forma espontánea la comida con la salud y, al preguntarles sobre problemas concretos relacionados con la alimentación, no destaca ningún tema en particular. Las crisis alimentarias de años anteriores, como la relacionada con la encefalopatía espongiforme bovina (EEB) o las dioxinas, ya no parecen preocupar en exceso a los consumidores europeos. Éstos mencionan con mayor frecuencia otros asuntos como las intoxicaciones alimentarias, los residuos químicos presentes en los alimentos y la obesidad.
Al presentarles una lista de posibles riesgos relativos a la seguridad alimentaria, los consumidores se muestran ligeramente más preocupados por los factores de riesgo externos sobre los que no tienen control. Les preocupan menos los factores personales tales como las alergias alimentarias y los relacionados con su propia conducta, como la preparación de los alimentos, la higiene y la ganancia de peso. En general, las mujeres tienden a preocuparse más por la seguridad de los alimentos que los hombres.
Percepción de las acciones de las autoridades públicas
Más de tres de cada cinco consumidores europeos saben de la existencia de políticas de seguridad alimentaria en la UE. Una proporción mayor (85% de los consumidores europeos) conoce las advertencias sanitarias presentes en los paquetes de cigarrillos, hecho que refleja el elevado impacto de las políticas antitabaco.En general, hay un elevado nivel de confianza en las acciones de las autoridades públicas en el campo de la salud. La mayor parte de la gente considera que se toman en serio los temas relacionados con la salud (54%) y que las autoridades actúan con rapidez (55%), aunque hay un 47% de escépticos que 
creen que los intereses económicos de los productores se anteponen a la salud de los consumidores.En relación con los temas de seguridad alimentaria, casi el 60% de los consumidores de la UE opinan que las autoridades públicas tienen en cuenta los últimos descubrimientos científicos al tomar decisiones sobre políticas. Prácticamente la mitad de los consumidores valoran favorablemente el papel de las autoridades a la hora de informar al público acerca de los riesgos alimentarios. Si bien las opiniones están divididas en cuanto a los progresos de la seguridad alimentaria en los últimos diez años, casi la mitad de la población considera que, actualmente, las autoridades de la UE actúan de forma apropiada ante este tipo de riesgos.
Fuentes de información
La cobertura realizada por los medios de comunicación de los riesgos relacionados con la salud llega a la mayoría de los consumidores de la UE. Aunque hay más gente que recuerda haber leído o escuchado noticias en los medios de comunicación sobre los riesgos asociados con el tabaco, la obesidad, el alcohol y las enfermedades infecciosas, más del 60% de los consumidores recuerdan haber leído o visto información sobre alimentos peligrosos o poco saludables en los últimos seis meses.
Entre los encuestados que habían oído o leído reportajes en los medios de comunicación sobre la seguridad de un alimento en particular, más de la mitad declararon haber cambiado sus hábitos alimentarios en consecuencia, y evitar ese alimento ya fuese de forma temporal (37%) o permanente (16%). Sin embargo, más del 40% de las personas ignoran las noticias sobre seguridad alimentaria o no hacen nada al respecto, a pesar de que el tema les preocupe. Este hallazgo tiene implicaciones en cuanto a las comunicaciones sobre riesgos, primero, porque los medios de comunicación tienen un papel importante en términos de concienciación y, además, porque pueden motivar cambios en la dieta.

Finalmente, parece ser que las fuentes de información que se consideran más fiables en cuanto a los riesgos alimentarios graves son las asociaciones de consumidores y los médicos y científicos, seguidos de las autoridades públicas. Los medios de comunicación son objeto de un nivel comparativamente bajo de confianza y las fuentes que gozan de menos prestigio son los operadores económicos (fabricantes, agricultores y comerciantes)