Um novo fenômeno da internet começou a ganhar força na França com o nome de "e-drugs", ou drogas digitais sonoras, com efeitos ainda desconhecidos.
As "e-drugs" se baseiam em um fenômeno neurológico que consiste na emissão de sons diferentes em cada ouvido e que estimula o cérebro, produzindo sensações de euforia, estados de transe ou de relaxamento.
As sessões possuem entre 15 e 30 minutos de sons que podem ser obtidos em sites especializados a preços que variam de sete a 150 euros e transmitem sensações fora do comum aos usuários. Para ler mais..
Sunday, August 15, 2010
Tuesday, August 10, 2010
Thursday, July 29, 2010
Donut Marketing
A fusão da Web 1.0 e Web 2.0 está criando um novo paradigma, que combina o conteúdo que você criar em seu site de conteúdo com os outros criaram em canais de mídia social.
obra de Kotler:
“Inspirados por um famoso princípio de Charles Handy, representamos a missão de uma empresa por meio de um donut. O princípio diz, basicamente, que a vida é como um donut invertido, no qual o buraco está do lado de fora e a massa no meio. Na visão da vida do donut, o núcleo é fixo e o espaço a seu redor, flexível. A missão da empresa é o núcleo, que não pode ser modificado. As operações e o escopo de negócios da empresa são flexíveis, mas devem estar alinhadas com o núcleo”. “Enquanto a missão tem suas raízes no passado, quando a empresa foi fundada, a visão tem a ver com a invenção do futuro”.
obra de Kotler:
“Inspirados por um famoso princípio de Charles Handy, representamos a missão de uma empresa por meio de um donut. O princípio diz, basicamente, que a vida é como um donut invertido, no qual o buraco está do lado de fora e a massa no meio. Na visão da vida do donut, o núcleo é fixo e o espaço a seu redor, flexível. A missão da empresa é o núcleo, que não pode ser modificado. As operações e o escopo de negócios da empresa são flexíveis, mas devem estar alinhadas com o núcleo”. “Enquanto a missão tem suas raízes no passado, quando a empresa foi fundada, a visão tem a ver com a invenção do futuro”.
Wednesday, July 28, 2010
Tuesday, July 27, 2010
III edição do curso sobre cobertura em áreas de conflito acontece no Rio de Janeiro
Mais de trinta jornalistas de diversos órgãos nacionais e estrangeiros, civis e militares, participaram, entre os dias 12 e 16 de julho de 2010, da terceira edição do Curso de Preparação para Jornalistas em Áreas de Conflito, que contou com aulas teóricas e práticas ministradas por profissionais do Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil (CCOPAB) – ex-Ci Op Paz – do Centro de Comunicação Social do Exército (CCOMSEx), da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME), do Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil (UNIC Rio), e especialistas convidados. Para saber mais...
Monday, July 26, 2010
Tuesday, July 13, 2010
Transmedia: A narrativa ampliada pela tecnologia
Transmedia storytelling é a arte e a técnica de transmitir mensagens, temas ou histórias através de diferentes plataformas de mídia. Ferramenta para situações de crises.
Para criação de conteúdos transmidiáticos:
1- Pense em termos de transmídia desde o princípio;
Para criação de conteúdos transmidiáticos:
1- Pense em termos de transmídia desde o princípio;
2- Construa mundos, não somente histórias;
3- Crie uma narrativa de base;
4- Incentive rituais;
5- Favoreça a formação de comunidades;
6- Forneça meios para que as pessoas criem identidades pessoais;
7- Crie cenários para explorar contextos específico
Importante teorico: Henry Jenkins - artigo “Transmedia Storytelling - Moving characters from books to films to video games can make them stronger and more compelling”, publicado na revista Technology Review, do MIT
Comunicação de risco. Entrevista - IHU
IHU On-line é publicado pelo Instituto Humanitas Unisinos - IHU, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos, em São Leopoldo, RS
Revista do Instituto Humanitas - Unisinos - 28 maio de 2010.
Site Portal EcoDebate - 28 maio de 2010
Revista do Instituto Humanitas - Unisinos - 28 maio de 2010.
Site Portal EcoDebate - 28 maio de 2010
Monday, July 12, 2010
Inovação Reversa
O termo é de autoria de Vijay Govindarajan, professor de TUck School of Business, nos Estados Unidos, É fácil definir a inovação em reverso: é aquela adotada primeiro nos mercados emergentes e, depois, exportada para os mercados ricos.
Na GE (General Electric), o modelo já funciona na divisão de produtos voltados à saúde. Um exemplo é o caso de uma máquina de ultrassom do tamanho de um laptop, o GE Logic, na faixa dos US$ 15 mil. Modelos tradicionais e sofisticados da GE podem custar mais de US$ 60 mil. O GE Logic foi criado para a China rural, mas a companhia prevê que as vendas do aparelho vão ganhar impulso também nos Estados Unidos, com a reforma da saúde proposta pela administração Obama, que privilegia soluções de baixo custo.
Na GE (General Electric), o modelo já funciona na divisão de produtos voltados à saúde. Um exemplo é o caso de uma máquina de ultrassom do tamanho de um laptop, o GE Logic, na faixa dos US$ 15 mil. Modelos tradicionais e sofisticados da GE podem custar mais de US$ 60 mil. O GE Logic foi criado para a China rural, mas a companhia prevê que as vendas do aparelho vão ganhar impulso também nos Estados Unidos, com a reforma da saúde proposta pela administração Obama, que privilegia soluções de baixo custo.
O fator que propiciou o nascimento da inovação reversa foi a crescente importância dos emergentes. “Não dá mais para desenhar um produto para o mercado americano ou europeu, e simplesmente adaptá-lo ao indiano ou chinês”, diz Govindarajan. O motivo é que a relação entre preço e performance na Índia, China ou Brasil é muito diferente.
A inovação ao reverso é descentralizada”, diz Govindarajan. O foco é o mercado local, sendo que o pessoal dedicado à inovação em reverso deve estar sediado e ser gerenciado nesses mercados. As equipes locais devem ser responsáveis pelos lucros e prejuízos e devem ter autonomia de decisão, o que inclui voz ativa na divisão do bolo dos recursos globais da empresa. Na medida em que os produtos inovadores se tornam comprovadamente bem-sucedidos, eles devem ser globalizados.(Fonte: Gestão e Inovação)
Sunday, June 13, 2010
Mobile Communication - Social Media - Lifestyle Marketing
O caminho de acesso à informação e de comunicação entre as pessoas está mudando rapidamente, criando novas formas de organização. SMS, redes sociais e marketing de estilo de vida (Mobile Communication - Social Media - Lifestyle Marketing) integram um sistema de comunicações mais progressista que melhora e amplia os esforços de comunicar.
Scott Goodstein foi assessor da Campanha de Obama e desenvolveu a plataformas de redes sociais. Vale conhecer seu site. Revolution Messaging
Scott Goodstein foi assessor da Campanha de Obama e desenvolveu a plataformas de redes sociais. Vale conhecer seu site. Revolution Messaging
Sunday, June 6, 2010
Comunicação de Risco - H1N1 na mídia.
A mídia espontânea e o alarde midiático em torno do Twitter, rede de mensagens de 140 caracteres, foram reflexos de um estudo divulgado nesta segunda-feira. Segundo pesquisa da Global Language Monitor, “Twitter” alcançou o post de palavra mais popular na língua inglesa no ano de 2009 na internet.
O atual maior fenômeno tecnocultural da internet superou “Obama”, presidente dos Estados Unidos, que ficou em segundo lugar, e “H1N1″, vírus da gripe A que assolou o mundo nos últimos meses.
A pesquisa, conhecida como “Top Words”, considerou o uso de todas as palavras em inglês produzidas e distribuídas por mais de um bilhão de pessoas que dominam o idioma e usam a internet.
Confira o ranking:
1º – Twitter
2º – Obama
3º – H1NI
4º – Stimulus (Estímulo): relacionado ao pacote financeiro anunciado nos Estados Unidos
5º – Vampire (Vampiro): referente às obras lançadas sobre o tema
6º – 2.0: sufixo que busca estabelecer assuntos relacionados à próxima geração
7º – Deficit (Déficit)
8º – Hadron: partículas efêmeras submetidas a colisão do LHC
9º – Healthcare (Seguro de saúde): tema recorrente que divide a opinião pública dos Estados Unidos
10º – Transparecy (Transparência): meta de governos que assumiram gestões nos últimos dois anos
1º – Twitter
2º – Obama
3º – H1NI
4º – Stimulus (Estímulo): relacionado ao pacote financeiro anunciado nos Estados Unidos
5º – Vampire (Vampiro): referente às obras lançadas sobre o tema
6º – 2.0: sufixo que busca estabelecer assuntos relacionados à próxima geração
7º – Deficit (Déficit)
8º – Hadron: partículas efêmeras submetidas a colisão do LHC
9º – Healthcare (Seguro de saúde): tema recorrente que divide a opinião pública dos Estados Unidos
10º – Transparecy (Transparência): meta de governos que assumiram gestões nos últimos dois anos
Fonte: Revista Veja.
Saturday, June 5, 2010
Comunicação de Risco: Communicating about the BP Oil Spill: What to Say; Who Should Talk by Peter M. Sandman
The Deepwater Horizon disaster is mostly a crisis – that is, a situation where hazard and outrage are both high – where people are rightly upset. It has elements of other kinds of risk communication. There is some unjustified outrage to manage (such as false or misleading accusations) and there are some “precaution advocacy” tasks to be done (such as convincing spill responders to protect themselves properly). But crisis communication is the main risk communication paradigm here.
In a crisis situation the principal communication task is to communicate honestly about the situation and help people bear their justified distress. Premature, dishonest, or disingenuous over-reassurance is a cardinal crisis communication sin. So is cavalier, unempathic dismissiveness.
Because crises are virtually always evolving, uncertain situations, sources should err on the alarming side. Thus BP’s Tony Hayward was very, very wrong to say on May 19 that “the environmental impact of this disaster is likely to have been very, very modest.” He did a much better job over the past several days in predicting that top kill had only a 60–70% chance of success, and in warning that early signs of what looked like success might well turn out misleading. plus information: Artigo completo
Friday, June 4, 2010
Thursday, June 3, 2010
O que um padeiro, um jornaleiro, um pastor, um barbeiro tem em comum?
"Tastemakers". São os líderes de opinião em cada comunidade. Muitas organizações gastam tempo e recursos em grandes campanhas mas pouco ou nenhum tempo é gasto conversando com líderes de opinião os quais tem potencial para interagir pessoalmente com o seu público a cada dia. Lembre-se, se as pessoas não estão lendo o jornal diário, onde estão recebendo as suas informações? Quem é o líder da comunidade que sabe o que está acontecendo na rua? Pode ser um pastor, barbeiro, esteticista, garçom, motorista de táxi. Essas pessoas apresentam canais de comunicação vitais
Resposta: Você ouve todos eles quando eles falam!
Wednesday, June 2, 2010
Subscribe to:
Posts (Atom)







