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“Comunicação de Risco e Riscos da InComunicação”

Minha dissertação de Mestrado

Wednesday, June 2, 2010

Comunicação de Risco - Projeto BID - Banco Interamericano de Desenvolvimento

Guia de Comunicação de Risco
Agir em comum”, como bem mostra a História das civilizações, não é tarefa de fácil execução. Comunicar, neste sentido, é uma ação que deve ser pensada, planejada, avaliada e re-avaliada quantas vezes for preciso. A reflexão sobre o tema não deve estar dissociada da ação, sob o risco de não efetivar-se um verdadeiro diálogo com o próximo. Esta cartilha, minuciosamente pensada como uma guia desta comunicação efetiva, real, que não está dissociada de sua função social, também busca preencher lacunas no campo da comunicação, de forma a fortalecer as ações na saúde animal e no controle da febre aftosaNo primeiro capítulo, o leitor terá uma importante retrospectiva que aborda os fundamentos da comunicação moderna e identifica as raízes do agir comunicativo, mostrando que nossas ações só se tornam factíveis e fazem sentido dentro do quadro discursivo comunicacional que as engloba.




No segundo capítulo, pretende-se mostrar de que forma a comunicação organizada pode (e deve) ser um precioso auxílio para o crescimento do cidadão e para o estabelecimento de um quadro social justo e equilibrado. Constata-se que uma comunicação efetiva considera o público receptor (o primeiro interessado) enquanto co-produtor do conhecimento e de sentido, e não somente como receptor passivo de dados informacionais dispersos.
Se bem utilizada, a Comunicação Social pode se tornar um recurso estratégico capaz de efetivar uma ação social profunda e abrangente.

É este o tema do terceiro capítulo, que aborda os princípios gerais da comunicação e os conecta com a Comunicação em Saúde Animal – tema que será aprofundado no quarto capítulo – e sua importância para os agentes sanitários e veterinários locais.

A importância da Comunicação Social no Controle da Febre Aftosa é o tema do quinto capítulo, em que um rápido panorama da doença é traçado. Em seguida, discute-se de que forma a Comunicação Social pode e deve contribuir para o controle da Febre Aftosa, bem como uma Comunicação inadequada pode contribuir muito mais na piora dos problemas do que com o alcance das soluções.

A efetividade desta Comunicação, bem como seus possíveis efeitos e conseqüências, são temas aprofundados no sexto capítulo, Comunicação de risco, com exemplos de emergências sanitárias anteriores e casos bem sucedidos de uma Ação Comunicativa, a serviço da conscientização popular e da mobilização social. Implicações políticas, epidemiológicas e midiáticas são analisadas de maneira direta e objetiva, dando uma importante ferramenta que poderá ser utilizada pelo leitor no dia-a-dia.

Ao final, uma série de perguntas e respostas incentivará o leitor a relembrar e verificar o que efetivamente foi compreendido durante a consulta, bem como a continuar sua pesquisa por meio da leitura da bibliografia sugerida.
Enfim, vale sublinhar que a presente cartilha foi concebida e realizada segundo um princípio modular, de camadas de leitura variadas e a entradas múltiplas. A forma proposta permite ao leitor de optar pela entrada e nível que mais se adequam à sua demanda do momento, sua expectativa e sua aptidão geral.

De fato, tentou-se oferecer ao profissional, ao técnico e ao público geral a possibilidade de se informar de modo tópico e prático, tirar suas dúvidas e enriquecer seus conhecimentos no tema abordado e, para quem desejar e se sentir mais incentivado, a cartilha proporciona um curso completo de Comunicação Social aplicada à Saúde Animal e Situações de Risco. Assim, esperamos que esta cartilha tenha uma utilizabilidade prática, eficiente, oportuna e duradoura.
Boa Leitura
Rosane lopes

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